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	<title>Patriotismo - Histórico de revisões</title>
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	<updated>2026-04-29T05:45:40Z</updated>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Criou a página com &amp;quot;(do lat. Patriotes: compatriota). Sentimento de afeto em relação ao território nativo a disposição em defendê-lo dos atentados externos.  Na base deste sentimento est...&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Página nova&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;(do lat. Patriotes: compatriota). Sentimento de afeto em relação ao território nativo a disposição em defendê-lo dos atentados externos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na base deste sentimento está a tendência biológica de marcar o território da habitação e o defender da intromissão alheia. No período de formação dos estados nacionais na Europa Ocidental, no século XIX, este sentimento, humanizado pelos movimentos de liberação nacional e social, contribuiu para a consolidação dos estados nacionais. Mas, por sua vez, muitas vezes degenerou, convertendo-se no chauvinismo que se manifestou, por exemplo, nas guerras napoleónicas, em algumas guerras balcânicas, na guerra da Tripla Aliança entre Argentina, Brasil e Uruguai contra o Paraguai; na guerra do Pacífico entre Chile, Bolívia e Peru. Depois, este sentimento patriótico das massas foi explorado pelos imperialistas durante a primeira e segunda guerra mundial. Esta especulação com os fins mais baixos foi revelada com as conquistas imperiais e outros crimes dos regimes de Mussolini, Hitler e Stalin. Agora, o sentimento patriótico muitas vezes encobre os crimes mais abjetos cometidos nos “conflitos locais”, nos territórios de Índia, Etiópia, Somália, ex Yugoslávia e ex-URSS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os humanistas amam as suas pátrias, mas condenam as especulações e a manipulação (*) do sentimento patriótico, que conduzem à xenofobia, ao nacionalismo e ao racismo e que terminam semeando conflitos sangrentos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Dicionário do Novo Humanismo]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natacha Mota</name></author>
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