﻿<?xml version="1.0"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xml:lang="pt">
	<id>https://pt.humanipedia.org/index.php?action=history&amp;feed=atom&amp;title=Religi%C3%A3o</id>
	<title>Religião - Histórico de revisões</title>
	<link rel="self" type="application/atom+xml" href="https://pt.humanipedia.org/index.php?action=history&amp;feed=atom&amp;title=Religi%C3%A3o"/>
	<link rel="alternate" type="text/html" href="https://pt.humanipedia.org/index.php?title=Religi%C3%A3o&amp;action=history"/>
	<updated>2026-04-29T06:42:48Z</updated>
	<subtitle>Histórico de edições para esta página nesta wiki</subtitle>
	<generator>MediaWiki 1.39.6</generator>
	<entry>
		<id>https://pt.humanipedia.org/index.php?title=Religi%C3%A3o&amp;diff=5271&amp;oldid=prev</id>
		<title>Natacha Mota: Criou a página com &quot;(Do lat. Religare: ligar a). Em termos muito amplos pode dizer-se que a religião baseia-se na crença em seres espirituais. Não obstante, isto não se pode aplicar plename...&quot;</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://pt.humanipedia.org/index.php?title=Religi%C3%A3o&amp;diff=5271&amp;oldid=prev"/>
		<updated>2019-03-18T14:23:42Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Criou a página com &amp;quot;(Do lat. Religare: ligar a). Em termos muito amplos pode dizer-se que a religião baseia-se na crença em seres espirituais. Não obstante, isto não se pode aplicar plename...&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Página nova&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;(Do lat. Religare: ligar a). Em termos muito amplos pode dizer-se que a religião baseia-se na crença em seres espirituais. Não obstante, isto não se pode aplicar plenamente aos budistas originais nem aos confucionistas, para quem a religião é um código de conduta e um estilo de vida. As religiões mostram o que existe nas suas respetivas paisagens de formação (*) quanto à descrição dos seus deuses, céus, infernos, etc. Irrompem num momento histórico e costuma-se dizer que então Deus se “revela” ao homem, mas algo terá acontecido nesse momento histórico para que tal “revelação” seja aceite. Perante isto, levanta-se toda a discussão em torno das condições sociais desse momento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta forma de considerar o fenómeno religioso tem a sua importância, mas não explica como é o registo interno que nesse momento têm os membros de uma sociedade que se encaminha para um novo momento religioso. Se a religião se baseia num fenómeno psicossocial, deve-se também  estudá-la a partir dessa perspetiva (*Religiosidade).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode-se falar da “externalidade” das religiões quando se estuda o sistema de imagens projetadas como ícones, pinturas, estátuas, construções, relíquias (próprias da perceção visual); ou nos cânticos e orações (próprias de perceção auditiva); ou nos gestos, posturas e orientações do corpo (próprias da perceção cinestésica e cenestésica). (*Perceção).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desde a “externalidade” de uma religião pode se estudar a sua teologia, os seus livros sagrados e sacramentos, assim como também a sua liturgia, a sua organização, as suas datas de culto e a situação dos crentes no que diz respeito ao seu estado físico ou idade para efetuar determinadas operações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por último, e também desde a “externalidade” religiosa, é interessante advertir com quanta frequência tem-se incorrido em erros na descrição e no prognóstico. Assim, quase nada do que se disse sobre as religiões pode manter-se hoje em pé. Se alguns pensavam nas religiões como adormecedoras da atividade política e social, hoje enfrentam-nas pelo seu poderoso impulso nesses campos. Se outros as imaginavam impondo a sua mensagem, veem que a sua mensagem tem mudado. Os que acreditavam que iam permanecer para sempre, hoje duvidam da sua “eternidade”. E aqueles que supunham o seu desaparecimento a curto prazo, hoje assistem com surpresa à irrupção de formas manifesta ou embrionariamente místicas. Nada do que se disse sobre as religiões pode ser hoje sustentado, porque os que têm feito apologias ou detrações têm-se colocado externamente a elas, sem notar o registo interno, o sistema de ideação das sociedades. E, logicamente, sem entender a essência do fenómeno religioso. Tudo nele pode ser maravilhoso ou absurdo, mas quase sempre inesperado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Costuma-se considerar como religiões universais aquelas que, partindo de um território mais ou menos delimitado, ou de uma etnia particular, estendem-se posteriormente para outros territórios e etnias. Não obstante, o característico destas religiões é o impulso para a conversão de novos membros, sem limitações territoriais, linguísticas ou, em geral, sem limitações culturais. Exemplos destas religiões universais são o Budismo, o Cristianismo e o Islão. Deve-se considerar, não obstante, que todas aparecem inicialmente como heresias num meio cultural onde predominava uma religião local. Com o tempo aparecem também diferentes movimentos heréticos no interior destas religiões universais, dando lugar a diversas seitas (hinayana, mahayana, lamaismo, etc., no budismo; catolicismo, protestantismo, ortodoxia, etc. no Cristianismo; sunismo, xitismo, etc. no Islão).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fora da grande divisão entre religiões universais e locais, ou nacionais, admite-se a existência de um sistema de crenças e práticas mais ou menos dispersas universalmente, consideradas dentro do Animismo e do Xamanismo. O fato de estas religiões não contarem com uma literatura sistematizada não invalida o fato e o caráter de sua categoria de religiões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para o Novo Humanismo a adscrição ou não a uma determinada religião, assim como ao ateísmo, reduz-se a um problema de consciência pessoal. Em todo caso, o Novo Humanismo não pode partir da crença ou não em questões religiosas para a elaboração da sua teoria e prática. O ponto de partida de toda a conceção do Novo Humanismo arranca da compreensão da estrutura da vida humana. Este ponto marca importantes diferenças com os humanismos anteriores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Dicionário do Novo Humanismo]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natacha Mota</name></author>
	</entry>
</feed>